Después de un tiempo
uno aprende la sutil diferencia
entre sostener una mano
y encadenar un alma,
y uno aprende
que el amor no significa acostarse
y una compañia no significa seguridad
y uno empieza a aprender...
Que los besos no son contratos
y los regalos no son promessas
y uno empieza a aceptar sus derrotas
con la cabeza alta e los ojos abiertos
Y uno aprende a construir
todos los camiños en el hoy,
porque el terreno del mañana
es demasiado inseguro para planes...
y los futuros tienen una forma de caerse
en la mitad.
Y después de un tiempo
uno aprende que si es demasiado,
hasta el calorcito del sol quema.
Así que uno planta su proprio jardim
y decora su propria alma,
en lugar de esperar a que alguien le traiga flores.
y uno aprende que realmente puede aguantar,
que uno realmente es fuerte,
que uno realmente vale,
y uno aprende y aprende
y con cada dia uno aprende
Jorge Luis Borges.
terça-feira, 30 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
DON'T KNOW WHY I DIDN'T COME
I waited until I saw the sun
I don´t know why I didn't come
I left you by the house of fun
I don't know why I didn't come
When I saw the break of day
I wished that I could fly away
Instead of kneeling in the sand
Catching tear drops in my hand
My heart is drenched in Wine
You'll be on my mind
Forever
Out across the endless sea
I would die in ecstasy
But I'll be a bag of bones
Driving down the road alone
My heart is drenched in Wine
You'll be on my mind
Forever
Something has to make you run
I don't know Why didn't come
I feel as empty as a drum
I don't know Why I didn't come
I don´t know why I didn't come
I left you by the house of fun
I don't know why I didn't come
When I saw the break of day
I wished that I could fly away
Instead of kneeling in the sand
Catching tear drops in my hand
My heart is drenched in Wine
You'll be on my mind
Forever
Out across the endless sea
I would die in ecstasy
But I'll be a bag of bones
Driving down the road alone
My heart is drenched in Wine
You'll be on my mind
Forever
Something has to make you run
I don't know Why didn't come
I feel as empty as a drum
I don't know Why I didn't come
domingo, 28 de fevereiro de 2010
ABANDONO
Ergo muralhas
Construo barreiras
Escavo vazios.
Reprimo gestos, intenções, palavras;
Amontouo tudo e enterro bem fundo o que sinto.
Feito isto...só resta abandono!!
Construo barreiras
Escavo vazios.
Reprimo gestos, intenções, palavras;
Amontouo tudo e enterro bem fundo o que sinto.
Feito isto...só resta abandono!!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
SÓ
Solidão
è o único abraço que me aperta
A única carícia que me afaga.
Percorro o caminho do meu tempo,
do meu espaço - SÓ.
Não há ecos
Não há presença
Não há troca...
A luz vai-se apagando e chega a noite.
è o único abraço que me aperta
A única carícia que me afaga.
Percorro o caminho do meu tempo,
do meu espaço - SÓ.
Não há ecos
Não há presença
Não há troca...
A luz vai-se apagando e chega a noite.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
SEGREDO
Serei eu a sombra, que olhas no chão?
Serás a promessa, que trago na mão?
Para que me serve o disfarce ou o meu secreto olhar?
Não há ninguem a quem me revelar.
Serei o silêncio, ou o sonho desfeito?
Serei eu o grito, que arrancas do peito?
De que vale ter a lua ou o céu inteiros para voar?
Não há ninguem a quem me possa dar!
Fixei o meu olhar no teu,
mas ficas-te longe daqui.
Estás tão longe daqui!
Tão longe de nós.
Serás a promessa, que trago na mão?
Para que me serve o disfarce ou o meu secreto olhar?
Não há ninguem a quem me revelar.
Serei o silêncio, ou o sonho desfeito?
Serei eu o grito, que arrancas do peito?
De que vale ter a lua ou o céu inteiros para voar?
Não há ninguem a quem me possa dar!
Fixei o meu olhar no teu,
mas ficas-te longe daqui.
Estás tão longe daqui!
Tão longe de nós.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
ABANDONO
Perco-me
no abandono das minhas noites.
Perco-te
na incerteza dos meus dias.
Perco-me
na escuridão do silencio.
Em perfeita agonia da solidão
Peço,
que a terra humida me cubra
neste poema de
ABANDONO...
no abandono das minhas noites.
Perco-te
na incerteza dos meus dias.
Perco-me
na escuridão do silencio.
Em perfeita agonia da solidão
Peço,
que a terra humida me cubra
neste poema de
ABANDONO...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
LES TOURS DU SILENCE
Ils battent les pierres
Ils voudraient avoir une ombre
Ils voudraient avoir un corps
Ils ne sont ni jour ni nuit
Ils sont aux mains de l'espace
Encore une chute de clarté
Et les pierres seront soleil.
Les mains libres PAUL ÉLUARD
Ils voudraient avoir une ombre
Ils voudraient avoir un corps
Ils ne sont ni jour ni nuit
Ils sont aux mains de l'espace
Encore une chute de clarté
Et les pierres seront soleil.
Les mains libres PAUL ÉLUARD
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