Teresa Jorge.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Mas de Repente...

T.J.
Mas de repente voltas
numa dor de esperança sem razão de ser
Da sua indiferença
agressivamente as coisas saem
Sentimo-nos cercados
ameaçados pelas coisas
e agora lamentamos o tempo perdido
a dispo-las a nosso favor
Porque é tempo de romper com tudo isto
é tempo de unir no mesmo gesto
o real e o sonho
é tempo de libertar as imagens as palavras
das minas do sonho a que descemos
mineiros sonambulos da imaginação
É tempo de acordar nas trevas do real
na desolada promessa
do dia verdadeiro.
Alexandre O'Neill (tempo de Fantasmas)
domingo, 4 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
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